Aborto . . . NÃO !!! Defenda a Vida!

 19º ) E se a mulher ao se ver grávida e impossibilitada de abortar, ameaçar se suicidar? Não será lícito deixá-la abortar para evitar-se um suicídio?

 

Resposta: - NÃO!!!

 

O suicídio é um fato quase desconhecido entre mulheres grávidas e duas pesquisas científicas confirmam esta afirmação: A primeira pesquisa foi um estudo feito nos E.U. A., no Estado de Minnesota, durante 15 anos, onde houve, durante este período, apenas 14 suicídios de mulheres que estavam ou estiveram grávidas.

 

Destes 14 suicídios, 11 foram após o parto. Nenhuma estava grávida por relações ilícitas. Nenhuma destas gravidezes eram indesejáveis. Todas as suicidas eram psicopatas.

 

A segunda, e mais importante pesquisa, foi um estudo realizado por um médico e duas médicas finlandeses, Dr. Mika Gissler, Dra. Elina Hemminki e Dra. Jouko Lönnqvisti (médicos pesquisadoras do Centro Nacional  Finlandês de Pesquisa para a Saúde e Bem-Estar), publicado na Revista Médica Britânica (British Medical Journal – Volume n.º 313) no dia 7 de Dezembro de 1996, páginas 1431 à 1434, com o título de “Suicídios após gravidez na Finlândia entre 1987 e 1994”.

 

Esta pesquisa, que estudou o suicídio de mulheres em idade fértil (de 15 a 49 anos de idade) na Finlândia, entre os anos de 1987 e 1994, mostrou que neste período houve 1347 suicídios de mulheres em idade fértil, deste total apenas 73 suicídios estavam relacionados à gravidez, o que dá 5,4% do total de suicídios de mulheres em idade fértil e obteve os seguintes resultados:

1º) A taxa anual geral (homens e mulheres) de suicídios na Finlândia é de 11,3 (ou seja, 11,3 suicídios por 100.000 óbitos por ano;

 

2º) A taxa de suicídios de mulheres após um parto, na Finlândia, é significantemente pequena e é de 5,9 (5,9 suicídios por 100.000 partos) por ano;

 

3º ) A taxa de suicídios anuais após um aborto (isto é, não intencional) na Finlândia é de 18,l (18,1 suicídios por 100.000 abortos involuntários);

 

4º ) A taxa anual de suicídios após um aborto induzido é de 34,7 (34,7 suicídios por 100.000 abortos induzidos);

 

5º ) Não foi relatado nenhum suicídio de mulheres durante o período da gravidez;

 

6º ) De 13 a 41% das mulheres que abortam vêm a sofrer de depressão, angústia, desgosto, aflição e tristeza após o aborto, efeitos pós-aborto estes que podem durar muitos anos e influenciar a mulher a se suicidar.

 

Esta pesquisa chegou a importantes conclusões:
1º) A taxa anual de suicídios após um aborto induzido é o dobro da taxa anual de suicídios  após um aborto involuntário, o triplo da taxa anual geral de suicídios e o sêxtuplo da taxa anual de suicídios após um parto!!!

 

2º) Por sua vez, a taxa anual de suicídios após um aborto involuntário é 1,5 vezes maior que a taxa anual geral de suicídios e três vezes maior que a taxa anual de suicídios após um parto!!!

 

3º) (A mais importante conclusão) O número de suicídios de mulheres que abortaram é muito maior que a média geral de suicídios e que o número de mulheres que se suicidam após um parto, devido aos terríveis efeitos psicológicos que um aborto provoca na saúde mental de uma mulher.

 

Uma outra pesquisa de uma psicóloga alemã, Dra. Mary Simon, da Clínica Ginecológica de Würzburg, Alemanha, publicada no revista Deutsche Tagepost no dia 4 de Julho de 1992, confirma a conclusão final da pesquisa do Dr. Mika Gissler.

 

A pesquisa da Dra. Mary Simon demonstrou que há sérios traumatismos psicológicos nas mulheres que fazem aborto. Sentimentos de remorso e culpa ocorrem em 60% das mulheres que abortaram. Oscilações constantes de ânimo e depressão em 30 a 40%. Choro imotivado, medo e pesadelos em 35%.

 

No total das mulheres entrevistadas 45% voltariam atrás se pudessem, pois consideraram sua decisão anterior de abortar prejudicial e equivocada. A conclusão da pesquisa da Dra. Mary Simon é categórica:

 

“O aborto não somente aniquila uma vida humana ainda não nascida, mas também arruína a psique da mulher”.

 

Ora, as três pesquisas citadas, comprovam cientificamente, que não é a gravidez indesejada, mas o aborto que leva a mulher a suicidar-se! 

 

Portanto, propor o aborto por pensar que, assim agindo, evitar-se-á que uma mulher com uma gravidez indesejada se suicide, é o mesmo que tentar apagar um incêndio usando-se gasolina ao invés de água!

 

No céu você conhecerá as crianças que ajudou a salvar do aborto!

 

QUEM AMA NÃO MATA!!!

(lema da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria)

Coração Imaculado de Maria Livrai o Brasil da Maldição do Aborto!!!
 
(jaculatória criada pelo Bispo Emérito de Anápolis – Goiás, para ser rezada quando se ora contra a legalização do aborto no Brasil )

Alexandre Luiz Antonio da Luz

Ex-Presidente da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria - Movimento oficial de defesa da vida nascitura da Arquidiocese de Curitiba

 

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