Aborto . . . NÃO !!! Defenda a Vida!
 

18º) Aqui no Brasil, só as pessoas da classe alta ou da classe média-alta têm recursos para fazer, aqui mesmo ou no exterior, um aborto mais seguro (mais seguro???). Não seria mais justo legalizar o aborto para que os pobres também possam praticá-lo? A situação atual não é injusta para com os pobres?

Resposta: - Não!!!

Não é pelo fato de pessoas ricas ou de classe alta ficarem impunes quando cometem um crime, que iremos acabar com a lei, a fim de que os pobres também possam cometer o mesmo crime impunemente.

A solução não é acabar com a lei, mas com a impunidade. (Que infelizmente já foi institucionalizada no Brasil), é impor penas mais severas para quem praticar o aborto, que deveria ser tido como crime hediondo!!!

Tal argumento abortista denota uma profunda falta de inteligência, pois fazer tal sugestão seria o mesmo que:  

1º) Quando um programa de televisão é ruim, propor que se mude de televisor ao invés de se mudar de canal.

2º) Quando o pneu do carro fura, propor que se mude de carro, ao invés de trocar de pneu.

3º) Quando a marca de sabonete preferido está faltando em todos os supermercados, farmácias e perfumarias, propor que se deixe de tomar banho ao invés de se trocar de marca de sabonete. 

4º) E no fim, é isso mesmo o que querem tais pessoas, ou seja: quando um crime é praticado largamente sem punição, propor que se acabe com a lei, ao invés de se exigir um maior rigor no cumprimento da lei e na punição dos culpados.

Seria interessante perguntar às pessoas que pensam dessa forma o que elas acham da impunidade das falcatruas cometidas pelos políticos brasileiros?

Será que elas proporiam a descriminalização ou mesmo a legalização da corrupção entre os políticos brasileiros?

De certo estas pessoas devem ter sido contra a cassação do ex-deputado federal Sérgio Naia. Será que elas proporiam ao governo dar uma medalha ao Sérgio Naia e a todos aqueles que constroem prédios que caem?

E em relação à tragédia do Bateau Mouche? Será que estas pessoas concordam com a impunidade dos responsáveis pelo barco que afundou na passagem de ano, de 88 para 89?

E os escândalos do mensalão e dos sanguessugas??? Será que estas pessoas seriam contra a cassação destes corruptos ( muitos deles foram absolvidos!!! )???

Para desmascararmos a hipocrisia que existe por trás desta falsa justiça social, proposta pelas feministas e pelos partidários do aborto, é dever falarmos (para compararmos com o crime do aborto) sobre uma terrível violência cometida contra as mulheres em 28 países de maioria muçulmana da África e 2 do Oriente Médio, que é a circuncisão feminina ou infibulação.

Antes de começarmos a explicar o que é a circuncisão feminina ou infibulação, desejamos declarar, que todos os membros do nosso movimento, somos radicalmente contra esta bárbara forma de mutilação!!!

A circuncisão feminina ou infibulação é uma operação praticada em meninas ou moças em uma faixa etária que varia dos 5 aos 20 anos com o objetivo de se anular o prazer sexual da mulher nas relações sexuais e assim garantir esposas fiéis e dóceis.

Esta “operação” é geralmente feita pela parteira da tribo ou da caravana nômade. Na circuncisão feminina ou infibulação, a menina ou moça é imobilizada por quatro mulheres enquanto a parteira munida com uma lâmina de barbear ou navalha (geralmente suja ou sem ser esterilizada) corta, com gestos rápidos, o clitóris, os pequenos e os grandes lábios da vagina, estirpando-os; depois, com uma agulha de costurar e linha, costura tudo bem apertado, deixando um pequeno orifício para passagem da urina e do sangue da menstruação. Toda esta operação é feita sem anestesia!

Após esta “operação”, a menina ou moça é enfaixada até os joelhos, com as pernas fechadas, permanecendo nesta posição por 40 dias, sangrando e penando até cicatrizar ou morrer (o que não é raro).

Quando crescer, se casar e tiver filhos, a mulher terá de sofrer novamente parte desta operação, pois a cada parto, a costura feita na circuncisão feminina é estraçalhada e terá de ser refeita.

Em países como o Sudão, Etiópia, Somália, Mali e Serra Leoa, mais de 80% das mulheres já se submeteram à circuncisão feminina.

Nos seguintes países: Alto-Volta, Chade, Egito, Gâmbia, Guiné Bissau, Quenia, Libéria e Mauritânia, a circuncisão feminina já foi efetuada numa faixa que varia de 50 a 80% da população feminina.

Na Arábia Saudita, Iêmen e demais países de maioria muçulmana da África esta taxa varia de 5 a 50% da população feminina.

No Egito, onde 55% das mulheres já se submeteram a esta tipo de mutilação, barbeiros e também médicos fazem esse tipo de operação; sendo que, quem tem dinheiro, paga bem caro aos médicos para fazerem a circuncisão feminina nas suas filhas, com anestesia, com material cirúrgico esterilizado e “com toda segurança”, em clínicas particulares.

Ora, qual seria a reação das feministas, se num desses países onde a circuncisão feminina é uma tradição, o governo resolvesse legalizar essa mutilação, com o pretexto de oferecer uma circuncisão feminina gratuita, mais segura e com anestesia nos hospitais públicos do suposto país às mulheres pobres?

Certamente a reação das feministas e dos partidários do aborto seria explosiva, talvez até pediriam à ONU que interviessem militarmente no suposto país. Nas Conferências da ONU sobre a população realizada no Cairo (Egito) em setembro de 94, e sobre as Mulheres realizada em Pequim (China) em setembro de 95, as feministas fizeram tanta pressão contra este tipo de mutilação que o governo egípcio proibiu, em 1996.

A circuncisão feminina em todos os hospitais públicos e particulares do Egito, proibição esta que não está impedindo que 55% das mulheres todos os anos sofram esta mutilação. As mesmas conferências da ONU, porém, as feministas e os partidários do aborto lutaram com todas as forças para que o aborto fosse considerado um método de planejamento familiar, o que, graças a Deus, não foi aprovado em nenhuma destas conferências!

E é aqui que fica evidenciada a hipocrisia das feministas e dos partidários do aborto, pois, por pior, mais dolorosa e cruel que seja uma mutilação, ela jamais será pior que um assassinato.  Um assassinato sempre será pior que uma mutilação!

Ao condenar uma mutilação (circuncisão feminina) e defender um assassinato (aborto) as feministas e os partidários do aborto deixam cair a máscara de justiça social para mostrar a sua verdadeira face, que é a face da hipocrisia farisaica, hipocrisia essa que os fazem cegos que guiam outros cegos, que filtram o mosquito mas deixam passar o camelo! (Confiram Mt 23, 24), pois na verdade não estão interessados nos pobres e muito menos nas mulheres do Brasil, mas em querer impor a ideologia abortista e a cultura da morte ao povo brasileiro! Por isso, a proposta de legalização do aborto, para que as mulheres pobres possam também fazer aborto como as mulheres ricas, e as mulheres da classe média-alta, não passa de hipocrisia e demagogia barata das feministas e dos partidários do aborto!

No céu você conhecerá as crianças que ajudou a salvar do aborto!

 

QUEM AMA NÃO MATA!!!

(lema da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria)

Coração Imaculado de Maria Livrai o Brasil da Maldição do Aborto!!!
 
(jaculatória criada pelo Bispo Emérito de Anápolis – Goiás, para ser rezada quando se ora contra a legalização do aborto no Brasil )

Alexandre Luiz Antonio da Luz

Ex-Presidente da Sociedade Protetora dos Nascituros Imaculada Conceição de Maria - Movimento oficial de defesa da vida nascitura da Arquidiocese de Curitiba

 

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